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    A solvência é um valor que nos diferencia

    O que é ser Solvente?

    Um seguro de vida é uma promessa de pagamento que se materializa no caso de ocorrer alguma contingência ao Segurado: o Segurado, por isso, deposita a sua confiança na Companhia de Seguros para que nunca lhe faltem os capitais contratados quando mais necessitar.

    Ser solvente é ser capaz de cumprir com todas as obrigações contraídas, presentes e futuras. Por isso, a solvência deve ser um dos princípios essenciais de todas as Companhias de Seguros, especialmente se se tratar de Seguradoras do Ramo-Vida. O objetivo da ESPAÑA S.A. é a proteção dos seus Segurados, garantindo em todo o momento que estes recebem sempre os capitais contratados.

    Nem todas as Companhias de Seguros são iguais, por isso é importante escolher com cuidado. A Solvência e a fotaleza da nossa Posição Financeira são algumas das características essenciais dos nosos Seguros de Vida, e consitituem o fundamento mais sólido que garante a tranquilidade dos nossos segurados em qualquer momento.

    Líderes entre companhias de seguros de vida

    Ser líder não se consegue da noite para o dia. Nós trabalhamos desde 1928 para melhorar a solvência para os nossos segurados, porque entendemos que este é um dos valores fundamentais que garantimos aos nossos clientes.

    O ativo de uma empresa representa o valor dos seus bens e direitos. O passivo representa o valor das suas obrigações e compromissos. A diferença entre ativos e passivos são os recursos próprios de uma empresa, aqueles que estão disponíveis para fazer face a eventualidades futuras, sem que afetem os compromissos já adquiridos. Logicamente, quanto maiores forem os recursos próprios de uma empresa, em relação aos passivos, maior será o seu nível de solvência.

    O seguinte gráfico mostra a relação existente entre as distintas massas que compõem o balanço económico da companhia. Observa-se que existe um importante excesso no valor dos seus ativos (bens e direitos da propriedade da Sociedade), relativamente ao dos seus passivos ou obrigações comprometidas. A diferença é que os fundos próprios, para efeitos de solvência, representam quase 40% dos ativos totais da Companhia:

    Os fundos próprios, que constituem o capital livre da Companhia para assumir possíveis perdas, comparam-se com o Requisito de Capital de Solvência (também chamado SCR) que se calcula em função dos riscos assumidos pela entidade seguradora. O rácio de solvência da Companhia aquando do fecho do exercício em 2016 era cerca de 300%, resultado da divisão entre os fundos próprios e o Requisito de Capital de Solvência.

    Este Requisito de Capital de Solvência (SCR) calcula-se da mesma forma para todas as entidades seguradoras da União Europeia, de acordo com o Regulamento Delegado (UE) 2015/35, da Comissão, e demais legislação de Solvência II. Representa a perda máxima que a Companhia deveria enfrentar no pior cenário entre os 200 possíveis, tendo em conta os riscos específicos a que se encontra exposta e a relação entre os mesmos.

    O, já por si, elevado rácio de solvência alcançado pela nossa Companhia, cerca de 300%, deve considerar-se especialmente sólido, uma vez que a nossa Sociedade não acolheu a possibilidade de elaborar um modelo interno, nem quaisquer ajustes mitigadores, nem medidas transitórias que têm sido adotadas, no geral, pelo sector segurador para aumentar o seu rácio de cumprimento do SCR e suavizar a transição para o novo regime de Solvência II.

    Relatório sobre a Solvência e Situação Financeira

    Os Relatórios sobre a Solvência e a Situação Financeira da Companhia elaborados de acordo com a Normativa Europeia de Solvência II (artigo 290.º e seguintes do Regulamento Delegado (UE) 2015/35 da Comissão, de 10 de outubro) podem ser descarregados a seguir: